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06 janeiro 2011

Sony lança novas linhas Vaio!


Nova linha do Sony Vaio.
Fonte da imagem: Sony.
A Sony divulgou durante a CES 2011 duas novas linhas para o seu modelo mais conhecido, o Vaio. A S Series possui tela LCD iluminada por LED de 13,3 polegadas, saída HDMI, bateria com vida útil de cinco horas (podendo ser prolongada para até sete horas e meia com aparato vendido separadamente), conectividade Bluetooth e compatibilidade com o Intel Wireless Display (tecnologia que permite a captação de conteúdo da HDTV via streaming).
Por sua vez, a Y Series do Vaio tem o processador E Series (novo modelo da AMD), 4 GB de memória RAM, tela de 11,6 polegadas com iluminação de LED, sistema de integração com equipamentos de áudio por Bluetooth, discos rígidos de 320 ou 500 GB e sua bateria mantém o laptop funcionando por até sete horas.
 A linha Sony Vaio S Series terá sua comercialização iniciada ainda em Janeiro por US$ 900, com a configuração mais simples. Já a Y Series estará disponível ao mercado somente no mês que vem, custando no mínimo US$ 550.
Referências: Baixaki.

05 janeiro 2011

ASUS anuncia lançamento da Ares no Brasil.

A ASUS anunciou o lançamento desta superplaca aqui no Brasil, mas o que espanta é o preço. Nos EUA ela custa cerca de US$ 1.200, mas aqui, o preço sugerido pela empresa é de nada mais, nada menos do que R$ 4.599.

ASUS Ares – Edição limitada, poder ilimitado!

         Usando o slogan acima para descrever a nova placa gráfica, a ASUS pretende conquistar um espaço nos computadores dos gamers entusiastas. Qual o segredo da placa? Além de dois processadores gráficos AMD ATI Radeon HD5870, a Ares traz 4 GB de memória RAM do tipo GDDR5 (que trabalha na velocidade de 1,2 GHz). Se você acha pouco, então confira todas as especificações na tabela abaixo:

*Por se tratar do padrão GDDR5, a velocidade é multiplicada por 4 e o clock alcança 4,8 GHz

Toda essa configuração está presente numa placa muito elegante, a qual vem acompanhada de um conjunto (caixa, maleta, manual e mouse) de colecionador. E não é somente os extras que fazem da ASUS Ares uma edição limitada, porém a configuração exagerada não permite que a fabricante se dê ao luxo de montar muitas placas.

Conexões de vídeo da ASUS Ares
Configurações máximas, temperaturas mínimas!

        Segundo as informações oficiais na página da ASUS, a nova placa Ares é até 32 % mais rápida que uma AMD ATI Radeon HD5970 genérica (sem modificações). E não é somente papo furado da fabricante, pois os testes do site Guru3D.com informam que a ASUS Ares alcança resultados melhores em todas as avaliações. Em média a placa consegue 20% a mais do que a concorrente NVIDIA GeForce GTX480 e as placas com processadores Radeon HD5970. Vale salientar que todos os testes apresentados foram realizados com a resolução de 2560 x 1600 e todas as configurações ativadas no perfil Extremo.

Cooler e heat pipes garantem temperaturas baixas

       Apesar de ganhar por pouco na quantidade de quadros por segundo (FPS), a ASUS Ares apresenta alguns fatos curiosos. Entre eles está o aspecto da refrigeração muito bem executada, que mantém sempre as temperaturas em valores ideais para jogar games por horas a fio - e se desejado efetuar overclock no processador gráfico. As informações no site da ASUS dão conta de que o sistema de refrigeração da Ares é até 600% melhor do que os sistemas presentes nas placas AMD ATI Radeon HD5970. O site relata que a placa possui 8 heat pipes (pequenos contatos de cobre especialmente modelados para retirarem o calor em excesso do processador gráfico), os quais são 99,9 % livres de oxigênio.

      Vale lembrar que por ser edição especial, a ASUS Ares traz uma maleta especial e um mouse ideal para gamers.

Maleta para carregar a placaMouse pronto para os jogos


     Obviamente, vale salientar que a ASUS cria estratégias para não ter prejuízos na venda e considerando que tais configurações não são muito requisitadas, dificilmente haverá um grande número de jogadores interessados na ASUS Ares.

04 janeiro 2011

Android 3.0 exigirá processador dual-core



       A nova versão do sistema operacional da Google otimizada para Tablets, o Honeycomb, continua dando o que falar. E desta vez o assunto é, no mínimo, confuso. De acordo com o site PC Mag, Bobby Cha, diretor da empresa coreana Enspert, afirmou que o sistema exigirá processador dual-core.

      Isso significa que a maioria dos tablets atuais não serão compatíveis e não poderão passar por upgrades. Somente aparelhos com chipset NVIDIA Tegra 2 têm processador desse tipo, o ARM Cortex-A9.

     Ainda de acordo com o site, outros fabricantes estariam migrando para a arquitetura exigida durante 2011. A CES 2011, que acontece durante essa semana nos Estados Unidos, deve revelar tablets compatíveis. Além do processador, também será necessária resolução de 1280x720 e telas de 7” no mínimo, ainda de acordo com Cha.

    No começo de dezembro, o Honeycomb foi mostrado durante o evento Dive into Mobile em um protótipo da Motorola. O sistema funcionou muito bem, com melhor aproveitamento do espaço e multitarefas através da fragmentação de aplicativos. No entanto, não foram reveladas as especificações do aparelho.

Honeycomb em um tablet Motorola.

        A novidade deixou os entusiastas da tecnologia bastante ansiosos, e desde então se busca informações a respeito do lançamento oficial. A Google, por sua vez, não se manifesta oficialmente. Extraoficialmente, a empresa teria propostas de pelo menos cinco empresas para utilização do Honeycomb.

       Os novos rumores indicam a fragmentação do Android. Tablets com a versão 2.2 (Froyo) podem ser atualizados para a versão 2.3 (Gingerbread), mas não para a 3.0 (Honeycomb). Logo, a nova versão seria bastante restrita a modelos novos. Novamente, a Google não se manifesta oficialmente.

Referências: Baixaki.

31 dezembro 2010

Roubo da Wi-fi de Humberto!

Antes de postar gostaria de dar os Parabéns ao Baixaki por mais este artigo super legal
Atenção: Esta é uma história fictícia, não recomendada para o público menor de 10 anos.^^


Conheça a história de Humberto e como ele se livrou dos ladrões de Wi-Fi.
Humberto estava apreensivo. Sua vizinhança não era mais a mesma. Uma onda de roubos aterrorizava os arredores de sua residência há semanas. Roubo de conexões sem fio. Alguns casos com requintes de crueldade, como o roteador da D. Eulália, que fora invadido sem dó nem piedade: “Perdeu, Wi-Fi Playboy!”.
Então o jovem decidiu se proteger. Mas como? Perdeu o sono diversas madrugadas até encontrar o “Manual Prático para Nomes e Senhas de Rede Wi-Fi”, que dizia enfaticamente:
O nome de uma rede diz muito. Se você quer amedrontar possíveis ladrões, o melhor a fazer é pensar naqueles avisos de que há um cão bravo na casa, geralmente em lares sem nenhum  animal de guarda. O efeito é meramente psicológico, mas suficiente para evitar o compartilhamento indesejado.
Deixe seu recado pelo nome da rede!Fonte da imagem: Holy Taco
A mensagem pode ser bem clara, como “Risco de morte”, “Clique, mas corra também”, “Perigo: Wi-Fi brava”, “Posso te ver”, “nem_tente”, “Wi-Fi do Rambo” etc. Você fuçaria na rede do Rambo? Não. Foi o que pensamos.
“É isso aí, vou mandar um recado para esses ladrõezinhos!”, pensou o empolgado Humberto, continuando a leitura:
Uma tática excelente, de guerra mesmo, é a dissuasão.
Certamente o meliante pensará duas vezes ao se deparar com as redes “cavalodetroia.EXE” (o EXE é fundamental), “Rede para testes de vírus”, “Vírus grátis, pegue o seu aqui”, “H1N1”, enfim. O segredo é fazer o inimigo pensar se vale a pena pisar no seu território.
Aqui o diálogo está proibido. Nem pense em nomes como “Por favor não roube” e derivados. Tome controle da situação e abuse dos imperativos se for o caso: “Não roube, [palavrão]”, “Sai daqui, [palavrão pior ainda]”, “Isso não é público, [palavrão devastador]”.
Humberto nunca foi de falar palavras chulas, mas, tendo em vista o perigo iminente, chegou a considerar e quase deixou escapar um palavrão daqueles: “Ainda mato esses... Bocós!”.
Humberto se deu conta do perigo.
Definitivamente, esta parte do manual não era para ele, que continuou a ler:
Nomes também servem como maneira de conhecer e compartilhar ideias com a vizinhança, por que não? Tem alguém fazendo muito barulho? Simples, que tal deixar isso claro? “Ap 22 é barulhento”, “Eu te ouço, vizinho”, “Dá pra maneirar de madrugada, 101?”, “Olha o rala e rola no 41”, “Barulhentos do 3º andar, parem” etc.
Se a sua política é do bom humor e clima amistoso, tudo bem. Nada como quebrar o gelo e a animosidade com nomes simpáticos e inofensivos. Caso dos nomes “Uai-Fai”, “Uairiless”, “Rede para deitar”, “Juninho Paz e Amor”, e por aí vai.
Então Humberto chegou à conclusão de que ele não era mais o mesmo. Começou como o gente boa, até negociou o empréstimo de sua conexão para uma bonita vizinha, mas viu que ela exagerava nos downloads e acabou com a permuta, trocou a senha. Prosseguindo com a leitura, chegou ao capítulo V do manual: senhas.
A senha é como uma extensão do nome. Imagine que você vai à casa de um amigo com um notebook. Você pede, encarecidamente, a senha para usar a internet rapidinho, aquela coisa de checar email. “Chocolatecompimenta” é a senha, ele diz. A sua reação é normal, afinal a sua senha é “obozochegou”.
Pensar em senhas é uma arte, e em uma dessas sempre é possível criar expressões fantásticas em uma espécie de neologismo wireless. Uma prática comum é olhar para um dos lados e fixar o primeiro objeto, e então você olha para o outro lado, fixa em outro objeto, junta tudo e monta sua senha. Um exemplo de resultado: “caféfaca”. Como alguém ensinou que é mais seguro usar números, você adiciona: “caféfaca15”. Pronto, uma senha aleatória perfeita.
Aparatos geek!Fonte da Imagem: Think Geek.
Quando estava olhando à sua volta, montando uma senha infalível na cabeça, Humberto percebeu uma movimentação na rua. Era um sujeito estranho, com um notebook, e parecia uniformizado com uma camiseta e um boné que brilhavam. Reconheceu o desenho na camiseta, era o mesmo do indicador de rede sem fio.
Eram identificadores de rede, praticamente uma iguaria geek. O bandido! O meliante fugiu, e Humberto não dormiu naquela noite e passou a fazer campana. Até que um sujeito apareceu. Parecia ter uma lata de achocolatado ou batatas na mão. De dentro dela saia um fio ligado diretamente no computador. Humberto se emudeceu.
“Eu li sobre esses malucos! Eles fazem suas próprias antenas Wi-Fi com lata! É outro ladrão!”.
Antenas improvisadasFonte da imagem: Zine Inatitude
Mais uma semana sem dormir. E ele percebeu que o muro de sua casa estava marcado, escrito “SSID WEP”. Ele sabia do que se tratava: eram os milicianos que identificavam pontos de acesso e os marcavam para ajudar outros milicianos!
Então chegou à conclusão que vacilou em manter somente a proteção WEP do roteador. Precisava de mais, precisava da proteção WPA.
A vida de Humberto, no entanto, mudou dias depois, quando reparou um carro circulando lentamente pela vizinhança, e mais lentamente quando passava em frente a casa dele.
“São eles! Eles estão fazendo o ‘wardriving’, estão circundando a vizinhança em busca de conexão! Eles podem levar a minha vida, mas nunca vão levar minha internet!” — berrou o jovem.
Tarde demais. Um homem desceu do carro, se aproximou de Humberto, sussurrando: “Passa a rede”. “Mas eu não tenho nada”, Humberto tentou responder. Em vão. Os ladrões levaram tudo. Vinte e cinco gigabytes baixados em dois dias, enquanto o jovem mal conseguia acessar seu email.
Humberto ficou traumatizado, chegou ao ponto de se dependurar da janela, ameaçando se jogar enquanto berrava: “Vou voltar a usar o cabo, cadê a droga do cabo de rede?”.
O assalto foi traumatizante.
Mas juntou forças. Começou mudando o nome da rede para “V de Vingança”, acionou a proteção WPA e tirou uma carta da manga: escondeu a SSID. Seu roteador, apesar de ferido, estava vivo, e agora os 25 GB baixados seriam só seus. Nunca mais sonhou com antenas de lata, camisetas com detectores. Chegou a jogar o cabo de rede no lixo.
Voltou a emprestar a conexão para vizinhas bonitas, sempre em bons termos. Chegou à conclusão de que redes Wi-Fi são muito mais do que conexões com a internet. Melhor do que usá-las como fortalezas, ele as usa como maneira de se relacionar com vizinhos. Quem sabe as condições dele, além da senha, será sempre bem-vindo.
Finalmente veio a paz. Para todos.
Referências: Baixaki

27 dezembro 2010

Como definir um S.O. para inicialização?

     Se você tem mais de um sistema operacional no seu computador, e deseja tornar um deles padrão para que seja inicializado em primeiro plano, então siga os passos abaixo:


Gerenciador de Inicialização.

É rápido e prático, mas seja atento.

Clique com o botão direito do mouse em meu Computador > Gerenciar 

 No lado esquerdo da janela que abrir, selecione a opção Gerenciamento do Computador (local) > e clique como o botão direito do mouse em Propriedades;

 Escolha a guia Avançado >  Inicialização e Recuperação > clique em Configurações;

 Em Inicialização do sistema, na lista Sistema operacional padrão, clique no sistema operacional que você deseja iniciar;

 Marque a caixa Tempo de exibição da lista de sistemas operacionais e digite o número de segundos que desejar, durante os quais a lista deve ser exibida antes de o sistema operacional padrão ser iniciado automaticamente.

Conseguiu? Agradeça nos comentários.

Não me responsabilizo por qualquer problema. Mas não se preocupe, não tem como errar. ^^